A oficina “Vivência Batucada Coletiva” encheu a Casa Dourada com sons de tambores, maracas e atabaques. O oficineiro Kleber Benigno, professor de percussão popular da Escola de Música da Universidade Federal do Pará (EMUFPA), conduziu os participantes por uma imersão teórica e prática na percussão.
A oficina “Tendências de mercado no show business: Fluxo de Trabalho integrado entre Controle DMX e Visualização 3D para controle de Shows” trouxe, para o Motins, uma imersão nas tecnologias e dinâmicas que movimentam a produção de grandes espetáculos.
A Oficina de Breaking, que contou com o facilitador e campeão mundial de break, Leony Pinheiro, colocou a galera da Casa Dourada para dançar, ensinando passos, seus contextos e a história desse estilo.
A Casa Dourada seguiu ao som dos atabaques, desta vez, conduzidos apenas por mulheres na oficina “Nzinga: Mulheres Tocadoras de Axé”, ministrada por Brena Correa, percussionista da banda Afro Axé Dudu, que propõe o fortalecimento do protagonismo feminino no ato de tocar o axé.

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