Com uma trajetória marcada pela valorização e internacionalização da música nortista e nordestina, a artista Nazaré Pereira levou ao Motins um capítulo importante dessa história na palestra “Quando a música do Rio Guajará atravessou o Oceano Atlântico”.
A palestra “Produção Musical na Periferia – Como o tecnobrega revolucionou a indústria fonográfica da Amazônia”. Precursor do tecnobrega no Pará, Beto Metralha falou sobre essa cena que inverteu a lógica da indústria musical brasileira, ao democratizar a produção por meio de um circuito independente.
Na palestra “Libras Artísticas: Tradução e Coautoria”, os intérpretes e tradutores de Libras Bruno Pantoja e Denise Aparício transformaram a Casa Dourada em palco de suas experiências e reflexões, levantando um debate importante sobre acessibilidade.
A palestra “Imaginário caribenho na formação da música periférica paraense: o surgimento da lambada, guitarrada e brega” promoveu uma valorização da música periférica do Pará, com foco nesses gêneros e nas conexões caribenhas da Amazônia.

SIGA as nossas redes  sociais

plugins premium WordPress